quinta-feira, 15 de setembro de 2011

quarta-feira, 10 de março de 2010

PL 300/08

Olá Amigos



Gostaria de anunciar meu repudio em relação a uma lei baseada em medo e desconhecimento.



Sobre Raças.

Raça é um conceito humano, Padrão de raça é algo no qual os criadores se baseiam para estabelecer um método de seleção, criação é a arte de minimizar problemas, porém sempre estaremos sujeitos ao aparecimento deles... não existe cão perfeito, e não existe maneira de perpetuar isso, a seleção e direcionamento das linhagens é eterna.

não existe um cão igual a outro mesmo que este esteja dentro de um padrão, sempre o manejo tipo de educação terão o poder de influenciar, assim como sempre vai existir a variabilidade genética.

Logo qualquer pessoa com maior conhecimento percebe que é uma lei injusta, rotuladora, axista, e preconceituosa, ignorando qualquer dado técnico ou estatística.


Sobre proibir esportes de seleção... e proteção
Sou treinador, e treino cães para proteção, sou campeão brasileiro de adestramento, e garanto e posso provar cães bem treinados não apresentam risco nenhum, meus cães são graduados em nível de trabalho internacional, são equilibrados e socializados.
E antes de entrar em prova foram testados quanto sua índole e capacidade de conviver em publico.

Indivíduos realmente perigosos independem das raças.
Existem técnicas e testes que determinam o grau de risco de um individuo, e estes indivíduos periculosos podem pertencer a qualquer raça, podendo ou não causar problemas, devo lembrar qua os canis de raças que se incluem neste projeto são os que fornecem material vivo para as forças governamentais, portanto cães de potencial agressivo e podem ser uteis ou não, e isso pode ser considerado das mais diferentes maneiras.

O problema
A maioria dos problemas são realcioandos principalmente a um manejo ineficaz, eu acuso diretamente aos brilhantes adestradores vulgo inteligente que generalizam os cães como um individuo de uma particularidade e se fecham em um marketing que na verdade vende uma utopia, e técnicas pouco efetivas, criadores que vendem determinada raça como uma unidade, e pouco sabem sobre comportamento e genetica comportamental, e donos que tendem a humanizar seus cães.

Quando um cão causa acidentes, quem quem tem de pagar isso é o proprietário, a posse responsável vem sendo diariamente discutida pelas pesoas mais informadas da cinofilia esportiva.
TENTAMOS INCANSAVELMENTE DIVULGAR O BH, E O RETORNO FOI ZERO, NÃO SÓ DOS CRIADORES, QUE ERA DE SE ESPERAR, SURPREENDENTEMENTE POR PARTE DOS TREINADORES, PROVAVELMENTE POR MEDO DE SEREM TESTADOS EM SUA QUALIFICAÇÃO.

Assim como o dono de um carro que comete um acidente.
Imaginem se um fusca cometeu um acidente, quem é responsabilizado? o fusca por ter um defeito, ou o dono pro não manter a manutenção ou por praticar direção perigosa? O caso de acontecer um acidente não significa que todos os fuscas deveriam ir para um desmonte, ou mesmo deveriam de ser afastados em sua produção... se a fabrica se responsabiliza pelo problema, deve rever a sua linha de produção, e informar os consumidores sobre os possiveis problemas.
Se o dono é bem informado, aprende a dirigir defensivamente, conhece e testa o carro e toda a mecânica a fundo poucos problemas iriam ocorrer.

Agressão
O instinto de sobrevivência que gera a maioria das atitudes agressivas, esta presente em praticamente todos os seres vivos, é uma ferramenta de sobrevivência, entender e saber lidar e nunca ignorar estes comportamentos é o principal desta historia, educar seus cães isto sim deveria ser uma lei.


Eu já sabia...
Não é surpresa uma lei desta sair, principalmente por sermos governados por um estado que nunca cobrou um manejo responsável, e muito menos fiscalizou criadores, regulamentou cães lojas ou feiras que comercializam cães, onde tudo acontece sem o mínimo cuidado preventivo.

Oq deveria ser feito
Sou a favor da castração de todos os cães acima de 12 meses que não serão usados na reprodução, indiferente da raça, e castração de todos os animais sem registro, salvo cães de pedigree que serão usados na reprodução e pertencentes a alguém com licença especial ou registro de canil.

O comércio de cães sem pedigree esta vetado eproibido, salvo cães de serviço...

Proprietários de cães deveriam passar por uma escolinha e conduzir corretamente seus cães e só assim devidamente testados e licenciados por uma prova nos moldes internacionais... Ou o Bh.

Abraços

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Notícias » Ciência e Meio Ambiente » Ciência e Meio Ambiente 'Ditadura da estética' castiga cães com pedigree

Na Grã-Bretanha, cães de raça pura, os chamados cães de pedigree, estão sofrendo de doenças genéticas em conseqüência de anos de cruzamentos, mostrou um documentário da BBC exibido na terça-feira.

Segundo o programa Pedigree Dogs Exposed ('Cães de pedigree expostos', na tradução livre), as doenças refletem a cultura de priorizar a aparência dos animais usados em shows em detrimento da sua saúde.

O documentário exibiu cavaliers King Charles spaniel com cérebros maiores que os crânios, boxers portadores de epilepsia e uma fêmea buldogue que não podia dar à luz sem assistência.
<>Mesmo com saúde debilitada, os cães são autorizados a participar de competições. Além disso, o Kennel Club do país aceita registrar animais nascidos de cruzamentos entre mãe e filho ou irmãos e irmãs. A prática é comum como forma de manter o padrão estético apreciado como "puro" no meio.

Três em cada quatro dos 7 milhões de cães que vivem na Grã-Bretanha têm pedigree, gerando para seus donos um custo anual de cerca de R$ 31 milhões só com veterinário.

Preço terrível
Uma pesquisa recente realizada pelo Imperial College de Londres mostrou que os cruzamentos entre cães com parentesco próximos são tão comuns em pugs que os cerca de 10 mil animais registrados na Grã-Bretanha vêm de uma linhagem de apenas 50 indivíduos distintos.

"As pessoas estão realizando cruzamentos que seriam, em primeiro lugar, totalmente ilegais em seres humanos", disse o professor de genética do University College of London Steve Jones.

"Isto é absolutamente insano do ponto de vista da saúde dos animais. Algumas raças estão pagando um preço terrível em termos de doenças genéticas."

Entrevistado pelo programa, o veterinário Mark Evans, da organização pelos direitos dos animais RSPCA, culpou o sistema de registro e as regras de aparência que determinam a lógica no mundo canino.

"O bem-estar e a qualidade de vida de muitos cães de pedigree estão seriamente comprometidos pelas práticas estabelecidas em função da aparência, guiadas primariamente pelas regras e requerimentos do registro e das competições", afirmou.

Entretanto, uma porta-voz do Kennel Club britânico disse que a entidade está trabalhando "incansavelmente" para melhorar a saúde dos cães de raça.

"Qualquer cão pode participar de exposições, cabe ao juiz decidir se ele corresponde aos padrões da raça", disse Caroline Kisko.

"Quando as características se tornam exageradas, ocorrem os problemas de saúde. Isto é algo que o Kennel Club não estimula. Ao contrário, ativamente educa as pessoas através de campanhas, incluindo os juízes, contra esse tipo de prática".

Fonte terra
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI3115732-EI8145,00-Ditadura+da+estetica+castiga+caes+com+pedigree.html

Cães de raças bonitas perdem inteligência, diz pesquisa

A agilidade física e mental de algumas raças de cães está diminuindo e sofrendo alterações de comportamento. Por serem escolhidos por causa de sua aparente docilidade e graciosidade e tratados dessa maneira pelos seus donos, os animais apresentaram redução de sua inteligência e capacidade de reação. É o que aponta pesquisa feita por estudiosos suecos. As informações são do jornal britânico Telegraph.

No século 19, cachorros costumavam ser escolhidos pelos seus donos devido a critérios como força e habilidade. O objetivo na adoção de um animal era reforçar a segurança doméstica e ter acompanhamento dos bichos em viagens e caçadas.

Atualmente, este perfil mudou. Com a tendência de os homens escolherem animais por causa de sua aparência, quesitos como inteligência foram desconsiderados. É a carinha dos bichinho que se tornou decisiva para que eles sejam escolhidos e adotados como animais de estimação.

De acordo com Kenth Svartberg, estudioso da Universidade de Estocolmo, essa mudança ocorreu ao longo de algumas gerações caninas. "Houve mudanças consideráveis que alteraram o comportamento e as habilidades mentais de raças com pedigree e de cães reprodutores, bem como as suas características físicas", disse ele.

Svartberg examinou 13 mil cães avaliando características como sociabilidade e curiosidade para verificar as mudanças comportamentais em 31 raças diferentes. Ele descobriu que aqueles animais criados de acordo com a aparência - sobretudo os bichinhos que integram shows de exibição de raças - demonstram níveis reduzidos de todas essas qualidades. Em seus estudos, o cientista também atestou que cães com uma aparência atraente tinham um comportamento introvertido e a personalidade difícil. Concentrado nesses aspectos, Svartberg declarou que essas novas características refletem as necessidades dos proprietários.

Essa tendência também se traduz na popularidade dos assim considerados "cães-mala", como chihuahuas e papillons, que são vistos sendo carregados como acessórios de moda. Celebridades como Paris Hilton, Britney Spears e até o ator Mickey Rourke são freqüentemente fotografadas carregando as pequenas criaturas em torno deles.

Segundo a pesquisa, entre as raças mais afetadas estão o collie e o leão-da-Rodésia, cães que geralmente eram utilizados em caçadas e em funções de guarda.

Fonte terra...
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI3457968-EI8145,00-Caes+de+racas+bonitas+perdem+inteligencia+diz+pesquisa.html

Cientistas buscam origens da parceria entre homem e cão

Amostras de DNA obtidas de cães vira-latas em aldeias da África estão suscitando dúvidas sobre a teoria de que os cachorros primeiro se tornaram "o melhor amigo do homem" no leste da Ásia. Com base em indícios relacionados a DNA, os cientistas acreditam que os cães domésticos se tenham originado de lobos cinzentos eurasianos, entre 15 mil e 40 mil anos atrás. A história de como os cachorros se tornaram companheiros dos humanos permanece obscura, no entanto.

Em 2002, pesquisadores que examinaram o DNA de centenas de cachorros em todo o mundo constataram que os cães do leste da Ásia são os mais diversificados geneticamente. Já que a maior diversidade deveria existir na região em que os cachorros primeiro evoluíram dos lobos, o estudo parecia sugerir que o elo entre homens e cachorros foi formado no leste da Ásia.

O estudo incluía números iguais de cães "de raça" e "de rua" da região, diz Adam Boyko, co-autor do estudo e biólogo na Universidade Cornell, em Ithaca, Nova York. Os cães de raça incluem animais de raça pura e híbridos. Os de rua são os próprios de uma região e que não "tenham sido sujeitados ao mesmo grau de seleção artificial intensiva e práticas de criação fechada que caracterizam os modernos cães de raça", afirmam os autores.

Igualmente diversificados
Para a nova pesquisa, Boyko e seus colegas examinaram o DNA de cães de raça e rua de toda a África, e mais animais de rua de Porto Rico e de raças mistas dos Estados Unidos. A equipe constatou que a diversidade genética dos cães de rua africanos se equipara à do leste asiático. Os autores apontam que isso não significa que os cães domésticos possam ter origem na África.

"Sabemos que a África não pode ser o local de domesticação de cães, porque não existem lobos cinzentos no continente", diz Boyko. Mas as constatações questionam os indícios anteriores de que a domesticação aconteceu no leste da Ásia.

"O que acredito estarmos detectando é o sinal de que cães de rua apresentam maior diversidade genética do que cães de raça", disse. Isso não significa que o leste da Ásia esteja fora da disputa. Mas para resolver o enigma de vez, os cientistas deveriam obter amostras genéticas de cães de rua na Europa, Oriente Médio e leste da Ásia, disse Boyko.

Quando o momento e local da domesticação forem determinados, acrescentou, o DNA canino poderá ajudar a decifrar mistérios sobre padrões migratórios e histórias populacionais dos seres humanos primitivos. Ele apontou, por exemplo, que "existem indícios fortes de que os cachorros tenham acompanhado os seres humanos ao Novo Mundo, e certamente acompanharam os polinésios em suas viagens de exploração".

As constatações foram publicadas pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Tradução: Paulo Migliacci ME
Fonte terra
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI3934396-EI238,00-Cientistas+buscam+origens+da+parceria+entre+homem+e+cao.html

Econtrado gene de comportamento compulsivo em cães

Cientistas associaram um gene ao comportamento compulsivo - em cachorros. Pesquisadores estudaram cães das raças doberman e pinscher que se contorciam e chupavam seus flancos durante horas e descobriram que os cães afligidos compartilhavam um gene. Eles descrevem sua descoberta - o primeiro gene do tipo identificado em cães - em um pequeno relatório na edição deste mês do periódico Molecular Psychiatry.

O dr. Nicholas Dodman, diretor da clínica de comportamento animal da Escola de Medicina Veterinária Cummings, da Universidade Tufts, em North Grafton, Massachusetts, e o principal autor do relatório, disse que a descoberta traz grandes implicações para distúrbios de compulsão em pessoas e animais.

Estima-se que entre 2,5% e 8% da população humana seja afetada pelo transtorno obsessivo-compulsivo. Ele se manifesta em comportamentos como lavar as mãos excessivamente, checar repetidamente fogões, fechaduras e luzes, e em ações nocivas como arrancar os cabelos da raiz e se mutilar.

O transtorno foi usado em filmes e programas de televisão populares para definir personagens como o recluso escritor Melvin Udall, interpretado por Jack Nicholson, em "Melhor É Impossível" e Adrian Monk, interpretado por Tony Shaloub, na série de televisão "Monk".

Distúrbios similares são conhecidos em cães, particularmente em certas raças, incluindo dobermans. Dodman e seus colaboradores procuraram por uma fonte genética para esse comportamento através do mapeamento e da comparação de genomas de 94 cães das raças doberman e pinscher que chupavam seus flancos, cobertores ou ambos com o de 73 dobermans normais.

Eles também estudaram os pedigrees de todos os cães à procura de padrões complexos de herança genética. Os pesquisadores identificaram um local no cromossomo canino 7 que contém o gene CDH2 (Caderina 2), e onde houve variação no código genético quando cães de comportamento compulsivo e normal eram comparados.

A associação estatística levou a uma investigação mais profunda com o intuito de determinar a proteína para a qual o gene continha instruções. A proteína em questão era uma das chamadas caderinas, que são encontradas ao longo do reino animal e que aparentemente estão envolvidas no alinhamento, adesão e sinalização de células.

A caderina também foi recentemente associada a transtornos do espectro do autismo, que inclui comportamentos repetitivos e compulsivos, disse o dr. Edward I. Ginns, principal autor do relatório no periódico Molecular Psychiatry e diretor do Laboratório de Diagnóstico Molecular da Escola Médica da Universidade de Massachusetts.

O dr. Dennis Murphy, psiquiatra que não esteve ligado ao estudo, disse que os resultados tinham potencial para trazer avanços na compreensão do transtorno obsessivo-compulsivo. O dr. Murphy, também chefe do Laboratório de Ciência Clínica do Programa de Pesquisa Intramural dos Institutos Nacionais de Saúde Mental, está agora trabalhando para encontrar e sequenciar o gene CDH2 em humanos, com o intuito de descobrir se ele está associado ao comportamento obsessivo-compulsivo.

Pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo muitas vezes apresentam comportamentos normais que acabam ficando extremos, ritualizados, repetitivos e demorados, e sofrem de ansiedade e pensamento obsessivo. Como o transtorno envolve pensamentos obsessivos e devido à dificuldade em entender a cognição animal, é comum que os mesmos tipos de comportamento em animais sejam tratados simplesmente como transtorno compulsivo.

Quanto mais os cientistas descobrem sobre as causas moleculares inerentes a essa condição, mais eles usam "transtorno obsessivo-compulsivo" tanto para animais quanto para pessoas.

Estimativas recentes da dra. Karen L. Overall, veterinária especializada em comportamento animal da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, sugerem que até 8% dos cães nos Estados Unidos - cerca de 5 a 6 milhões de animais - exibem comportamento compulsivo, como correr ao longo de cercas, andar para frente e para trás ou em círculos, perseguir o rabo, se irritar com mosquitos imaginários, lamber, ruminar e latir em excesso, e olhar fixamente. A proporção de machos e fêmeas com o problema é de 3 para 1 em cães, ela descobriu, enquanto que em gatos, a razão é inversa.

Overall disse que os cães costumam desenvolver comportamento compulsivo entre as idades de um e quatro anos. Alguns dobermans no grupo de Dodman iniciaram o comportamento mais cedo, com cães começando a chupar cobertores por volta dos 5 meses e a chupar seus flancos por volta dos 9 meses.

Os cães podem ser tratados, mas quando isso não ocorre, o comportamento compulsivo é uma das principais razões que levam as pessoas a dar os animais para adoção ou sacrifício, segundo especialistas veterinários em comportamento.

Overall afirmou em um artigo anterior que, em alguns casos, causas externas podem ter maior peso do que fatores genéticos no desenvolvimento de comportamentos compulsivos.

Ela disse que a prática de "enforcar" um cão com a coleira, uma forma de disciplina defendida por alguns treinadores, produzia comportamentos compulsivos. Cães que vêm de criadores ou abrigos, que foram resgatados, ou que ficam confinados, entediados ou ansiosos também parecem ter maior predisposição ao comportamento compulsivo.

Outros animais domésticos, notadamente gatos e cavalos, bem como alguns animais de zoológicos, exibem comportamentos compulsivos, como gatos siameses que chupam novelos de lã, e distúrbios de locomoção, como cavalos confinados que oscilam de um lado para o outro na cocheira e ursos polares, tigres e outros carnívoros acostumados a percorrer grandes territórios que andam para frente e para trás em cativeiro.

Embora antidepressivos, particularmente inibidores seletivos de reabsorção de serotonina e clomipramina (um antidepressivo tricíclico), e modificadores de comportamento tenham mostrado ser efetivos no controle do comportamento compulsivo em cães e pessoas, eles não parecem corrigir as patologias ou causas inerentes, Ginns disse. É provável que essas causas sejam tão variadas quanto os comportamentos compulsivos e tão complexas quanto a interação de múltiplos genes e o meio externo.

"Estresse e ansiedade, bem como trauma físico e doença, podem acionar o comportamento repetitivo que então toma vida própria", Ginns disse. Mas ele acredita que, em muitos casos, existe uma predisposição genética inerente, que responde aos estímulos ambientais de tal forma que um comportamento outrora normal se transforma em algo patológico. Essas disposições genéticas podem variar acentuadamente em diferentes comportamentos.

Alguns geneticistas dizem que devido ao seu pedigree detalhado e à similaridade de seus genes em relação aos dos humanos, os cães são o modelo ideal para estudar comportamentos humanos e patologias, especialmente aqueles que envolvem padrões complexos de herança genética. Poucos humanos possuem suas próprias genealogias detalhadas, mas eles são diligentes no registro de cada detalhe da ancestralidade de seus animais de sangue puro.

"Nick e eu compartilhamos um interesse em pedigrees", Ginns disse ao explicar como ele e Dodman se tornaram colaboradores de Kerstin Lindblad-Toh e seus sequenciadores de gene do Instituto Broad do MIT e de Harvard, o mesmo grupo que sequenciou o genoma canino que agora se mostra tão valioso tanto para geneticistas de humanos quanto de cães.

Tradução: Amy Traduções

Redação Terra

domingo, 7 de fevereiro de 2010

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Teste de Material / Bitepilow PC Bruniris



Durante o Seminário nos deparamos com o material do companheiro PC, PC se prontificou em apoiar e fornecer muitos... muitos brindes de alta qualidade, que deram uma clicada no emocional da galera como diria meu amigo Leozinnnnnn)
A primeira vista já dava para perceber a grande qualidade de acabamento e de matéria prima.
O mordente é apresentado em diferentes durezas, e no mesmo formato.
O tamanho e ergonomia é perfeita, permitindo uma apresentação segura, fácil e firme, sem deformar como alguns outros que eu já usei, o tecido de bite permite boa entrada e fixação dos dentes.
Senti um pouco de falta de uma alça central para um trabalho de luta, porem não é nada que impossibilite o trabalho.
Consegui tirar bons lançados e boas mordidas com todos cães que eu testei.
Sobre a idéia de trabalhar com o Bite Pilow.
O pilow é perfeito para formação do cão, permite movimentos e manejo fácil, vc pode reforçar os comportamentos corretos, sem que o cão se embole com a luva, e dês-relacionar qualquer possível trauma com o objetivo final, para treinar lançado vc evita choques mesmo com os figurantes mais inexperientes, e o cão se condiciona a dar uma entrada forte rápida e muito mais confiante em qualquer lado que vc receba.
Eu Recomendo.
O pilow veio para ficar e facilitar o preparo dos cães.
Fotos Leo Style.

http://www.pcbruniris.com.br/produtos.htm

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Esportes com cães. Pratique essa idéia!

Muitas vezes acreditamos que o bem estar de nossos cães esta diretamente relacionada ao tipo de vida que almejamos, temos a tendência de mimar e superproteger criaturas, que são praticamente auto-suficientes, gerando uma enorme redoma aonde a dependência e ociosidade imperam.
Desta maneira alimentamos inocentemente a doce ilusão de que estamos fazendo o bem, e sem perceber estamos fazendo na verdade o inverso.
Na tentativa de compensar as nossas carências afetivas, não levamos em consideração as verdadeiras necessidades instintivas de nossos amados companheiros, tornamo-nos relapsos a alguns fatores de tremenda importância, como o desenvolvimento da capacidade de resolver problemas, comunicação e de praticar atividades físicas.
Cobramos deles capacidades não presentes na espécie, e insistimos em humanizar e transformá-los em objeto de decoração e até mesmo brinquedos.
Durante algum tempo os adestradores esportivos vem fazendo uma correlação muito interessante, e estamos percebendo que a privação de instintos é um dos grandes causadores de transtornos psicológicos nos cães pet, resultando em varias doenças que estão relacionadas a stress.
A espécie humana tem o esporte como uma das principais válvulas para o afloramento de nossas necessidades instintivas, e existem esportes direcionados as mais diferentes necessidades e preferências, tanto físicas como intelectuais.
Tenho certeza que existem as mesmas opções para os nossos cães, e quem entra no meio esportivo canino rapidamente repara que a aparência do cão de esporte é muito mais saudável, e esse animal quando bem direcionados dificilmente apresenta problemas de saúde.
Nos esportes caninos desenvolvemos o senso de reforçar apenas os comportamentos desejados, que é uma saudável ferramenta de aprendizado, e por necessidade desenvolvemos técnicas comunicação que resultam um maior e melhor nível de relacionamento.
Em minha opinião o verdadeiro ato de amor consiste em no conjunto proporcionar atividades físicas e mentais, esse é o melhor caminho para que nossos bichanos tenham melhor qualidade e sentido na vida.
Porém a saúde geral do cão não depende apenas disso, não é necessário que seu cão torne-se um super atleta, e só assim seja saudável, as atividades esportivas não dependem disso, simples jogos e brincadeiras podem ser capazes de motivar o cérebro e o corpo, e claro, para complementar o quadro sempre que possível faça um check-up, e não esqueça os cuidados básicos de saúde, mantendo uma alimentação de qualidade e a atenção constante aos detalhes. Consulte agora seu adestrador ou veterinário, e estude as opções existentes. Pronto agora é só alegria, pois existe uma grande variedade de atividades para que nossos amigos soltem os bichos
Abraços!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Prova de titulação em Sanja

A SVCPA Não muda!

Continua sendo o principal local para união de todos os adestradores do Brasil!
Parabéns por mais um evento grandioso!
Rodrigo Didier


A SVCPA, pra variar mostrou mais uma vez sua competência e carisma no meio
do trabalho. O que seria uma simples prova de graduação , aonde usualmente se
apresentam poucos cães resultou em 17 inscrições , todos aprovados pelo incansável
juiz Rogerio Sandoval , que iniciou sua jornada as 0830hs e a terminou já bem a noite.
Prova de graduação, prova de figurantes, BH e o nosso juiz sempre sereno e atento,
não é fácil não !
Veio gente de tudo que é lado , para graduar, para assistir,para habilitação de figurante, para treinar. Uma grande
confraternização que só a SVCPA consegue, com sua hospitalidade , simpatia e simplicidade.
Um final de semana e tanto , quem não foi, perdeu .
Obrigado a todos, parabéns aos condutores e cães e o nosso carinho especial a Manu e ao
Lauro, duas pontas de gerações em campo , mostrando para os pessimistas que o esporte
pelo menos na Paraibana vai mto bem obrigado !
Cristina Bastos

Fotos do evento.

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Resultados da Prova de Titulação da SVCPA
12 e 13 de setembro de 2009
Juiz: Rogério Sandoval Silveira

Categoria Cac
Irkus do Rio Araguaia B=57 ,Total= 57 Aprovado
Serjão mostrou uma grande evolução no seu trabalho e comunicação com o cão Irkus!

Iro Bosiansky Park B=56 ,Total= 56 Aprovado

Phanomen Avast B=55 ,Total= 55 Aprovado
Olha o Avast ai, se preparando para o futuro grandioso

Astor do Torre Forte B=55 ,Total= 55 Aprovado

Jane do Sadonana B=55 ,Total= 55 Aprovado

Tina do Ciribai B=54 ,Total= 54 Aprovado
Parabéns Manu A nova geração mostrando para que veio!

Yanick Vikar B=54 ,Total= 54 Aprovado
Leandro ainda esta se enrolando na condução do grande cão, mas vamos que vamos, ajustando tudo melhora!

Arko von der Chipsi B=53 ,Total= 53 Aprovado

Xero z Eurosport B=45 ,Total= 45 Aprovado

Egeu do Polex B=43 ,Total= 43 Aprovado

Categoria CT1
Fosco von Bayerberg A=94, B=92 , C=98 Total=284 MB
Leandro graduou o Fosco, com uma ótima condução, porém faltam alguns ajustes para o cão entrar no estado da perfeição esportiva.

Bohdo do Chapéu Negro A=96, B=89 , C=82 Total=267 B
Na minha opinião apesar de não ter pontuado bem na ob foi a melhor seção b da prova, no conjunto o cão realizou todos os exercícios com precisão e limpeza.

Agata do Topo dos Andes A=97, B=79 , C=80 Total=256 B
Julio mandou bem no Faro! parabéns por mais um cão graduado.

Categoria CT2
Elda Thoti v. Ma-Haczek A=91, B=86 , C=85 Total= 262 B
Elda mandou bem! Graduada e a caminho do Ct3. bem vinda ao seleto grupo de fêmeas graduadas!!!

Mano do Vale da Ribeira A=89, B=88 , C=85 Total=262 B
Ai seu Lauro!!! o mau do urubu é achar que o boi tá morto!!! Parabéns pela graduação!!!

Nixe do Império Paranaense A=81, B=79 , C=82 Total= 242 B
Sem treinamentoe em idade avançada a cadela do Fernandão graduou! parabéns Fernando!
E Nixe seja bem vinda ao seleto grupo de fêmeas graduadas!!!

Categoria CT3

Basko v. Klödener Riss A=94, B=76 , C=80 Total=250 B
A velha guarda de condutores marcando presença, mostrando que a reciclagem pode ser necessária e determinante no sucesso do trabalho.



Exame de Figurantes de Prova do CBPA (em ordem alfabética)
12 Inscritos e 5 Aprovados - Teórica e Prática

1) André Luiz Ribeiro da Silva (Ourinhos/SP)
2) João Batista Andrade da Silva (Jandira/SP)
3) Leonardo Vieira Araújo (Suzano/SP)
4) Marcelo Piovesan Baratto (São José Pinhais/PR)
5) Remisson Edward Machado Nogueira (Curitiba/PR)
Parabéns a todos os figurantes.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Faro Kira em Sampa

Consegui depois de algum tempo converter um arquivo que foi gravado em sampa para algo visível.
Este treino foi feito na represa, Sob orientação e condução do Jackes, um dos melhores se não o melhor treinador de faro de Sch no Brasil.
A cadela apresentava alguns problemas, e era muito tensa e estava no limite e suja na pista, mas rapidamente o Jackes conseguiu direcionar bem ela, me passando o caminho, logo espero ter evoluído com os toques de tremenda importância.
A cadela em muito potencial mas estava mal preparada, agora ela fareja bem próximo dq é desejado, espero que vcs gostem do resultado.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Pensamentos... rsss

Na verdade no esporte, estamos testando mais fatores genéticos do que funcionais...
Realizamos as tarefas no máximo controle saindo até um pouco da realidade, exigindo ao máximo nossos cães para que eles possam ser julgados em suas reais qualidades, "pq potência não não é nada sem controle".
um cão equilibrado diferentemente de outros se permite a isso.
O fato de um cão ser controlado não tem nada a ver com a falta de capacidade de ser efetivo, algumas pessoas confundem cão descontrolado com "cão real".
Um cão descontrolado só esta mostrando duas coisas, ou é mal treinado, ou tem problemas de estabilidade nervosa... ou os dois... logo não vejo vantagem em dar atenção a algo assim.

Se um dia quisermos apenas um cão funcional, teremos todas as ferramentas e meios de direcionarmos um cão de esporte para tal.

Por um simples motivo quem tem genética e técnica, tem tudo.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Perguntas sem respostas.

Qual seria a raça mais inteligente?
Qual seria a melhor raça para crianças?
Qual seria a raça de guarda?
Qual seria a raça para esporte?

Na verdade não existe melhor raça em um todo para determinada função, seja ela qual for, a pergunta esta mal formulada, e simplesmente não existe resposta para isso.

Primeiro, não existem testes capazes de formular um conceito como este, existe o fator genético, com a variabilidade genética, e o manejo e as diferentes formas de manejo e o direcionamento, Qualquer padrão afirmando que determinada raça é assim ou assado esta simplesmente passando uma informação errada, padrão é algo a ser seguido, e não uma garantia de comportamento.

O máximo que se pode responder é que existem raças com maior direcionamento a determinada função, e a seleção da mesma tem como objetivo pressionar o comportamento e o biótipo em determinado caminho,
aumentando a probabilidade de apresentarem indivíduos com determinadas características dentro desta linhagem.

Todos os testes em livros ou revistas, mostram resultados qual não condizem com a realidade, pois os parâmetros e os métodos são no mínimo ridículos, e passam mais pelo gosto pessoal e achismo, como foram realizados esses testes? quantos exemplares foram usados? quais exemplares foram usados? esses exemplares são os principais reprodutores da raça?

No caso de cães de esporte, de sch, por exemplo, existem raças mais propensas a apresentar indivíduos com as características que facilitam o treinamento, são linhagens que tem maior capacidade de sobrepor o desafio exigido no teste, seja psicologicamente ou fisicamente, mas nem de perto todos exemplares de determinada raça ou linhagem vão ser ótimos ou mesmo capazes para tal.

Enumerar ou estabelecer um ranquing de primeiro segundo ou terceiro lugar de raças é ridículo, na verdade existem exemplares dentro das raças que são capazes, e por seguinte existem exemplares que se encaixam nos nossos objetivos.

Partindo deste principio como podemos chegar à conclusão de qual é o melhor cão para mim?

No caso do esporte, qual é a melhor raça para sch?

As perguntas continua errada.
a pergunta correta é:

Qual a raça seria mais propensa a apresentar exemplares para sch, quais exemplares funcionais estão sendo usados na reprodução, e aonde vou encontrar um filhote desses exemplares, e qual individuo se encaixa no meu perfil e é apto para iniciar o treinamento.

A partir dai vai ter um pitaco de gosto pessoal, funcionalidade e empatia.
E logicamente idiossincrasia do cão.

Portanto temos que testar as linhagens e cães que se encaixem em nossos objetivos, e escolher friamente os mesmos, e só assim direcioná-los corretamente...

Ou ter a grande sorte de encontrar um individuo, que apresente as características desejadas por um ótima coincidência.


domingo, 23 de agosto de 2009

O teste de Volhard

TESTE DE TEMPERAMENTO DE FILHOTE DE CÃO (VOLHARD )

Aplicar aproximadamente aos 49 dias de vida do filhote

Lembre-se:

O texte de Volhard tem como objetivo ver a aptidão natural do filhote sem ainda a interferência do ambiente, e aumentar as possibilidades de sucesso no relacionamento entre homem e cão, e definir qual tipo de manejo será indicado para determinados filhote.
Pré-requisitos: aplique o teste aos 49 dias de vida. É quando o cão está neurologicamente completo.

A cada novo dia as reações estarão mais impregnadas pelo aprendizado ambiental.

Teste um filhote por vez, em boas condições. Ele deve estar ativo e com boa saúde.

Não faça o teste logo depois de ele comer, nem no dia da vacinação e nem no dia seguinte.

Aplique o teste na seqüência da tabela abaixo, em local tranqüilo e desconhecido do cão (basta um cômodo ou área com piso não escorregadio, de 4 m2).

Além do examinador, que pode ser você ou outra pessoa estranha ao filhote, deve estar presente também o anotador da pontuação, que não pode interferir na atuação do cão. Antes de marcar os pontos, o anotador confirma a avaliação dele com o examinador.

Aplicação: procure não intimidar o filhote. Evite inclinar-se sobre ele, gesticular ou avançar as mãos bruscamente. Fale com suavidade. Ao bater palmas, seja delicado. Se o cão não reagir a você ou demonstrar extremo estresse, afastando a cara e ficando rígido, pode estar estranhando a sua presença. Nesse caso, tente se entrosar com o filhote e reiniciar o teste algum tempo depois.

Avaliação: vale a primeira reação do filhote.
OS TESTES

1 - Chamar (Atração por pessoas)

Indica: sociabilidade, treinabilidade.

Como fazer: o criador traz o filhote e sai.

Fique a cerca de 1,20 metro do cão, agachado. Bata palmas e, falando de forma afetuosa, estimule-o a vir.

Pontuação:

O cão:

a) vem logo, animado, e salta e morde a mão do examinador = 1 ponto.

b) vem logo, animado, e bate com a pata no examinador, lambe a mão = 2 pontos.

c) vem logo, animado, e não encosta no examinador = 3 pontos.

d)vem logo, sem mostrar ânimo = 4 pontos.

e) vem hesitante = 5 pontos.

f) não vem = 6 pontos.

(visando aos próximos testes, deixe o cão cheirar sua mão, acaricie-o e converse com ele de forma encorajadora para despertar-lhe a confiança).

2 - Acompanhar (Seguir a liderança humana)

Indica: independência, interação com humanos, treinabilidade.

Como fazer:

Aplique após o teste anterior sem interrupção. Levante e se afaste devagar. Fale com o cão, bata palmas e chame-o. Só depois marque os pontos de ambos os testes. Enquanto isso, procure interagir com o filhote.

Pontuação:

o cão segue logo, animado, e:

a) coloca-se entre os pés do examinador e o morde, atrapalhando a caminhada = 1 ponto.

b) coloca-se entre os pés do examinador = 2 pontos.

c) não se coloca entre os pés do examinador nem encosta nele = 3 pontos.

d) segue logo, mostrando submissão = 4 pontos.

e) segue hesitante = 5 pontos.

f) não segue ou se afasta = 6 pontos.

3 - Restrição (Facilidade de controle sob domínio físico)

Indica: submissão, treinabilidade.

Como fazer: agachado, vire com muita delicadeza o filhote de costas e segure-o com uma mão no peito, sem muita pressão, por até 30 segundos, olhando-o com expressão gentil e tentando estabelecer contato visual, porém sem falar. Observe a reação.

Pontuação:

a) o cão se debate muito e morde = 1 ponto.

b) debate-se muito = 2 pontos.

c) debate-se e aceita, sem evitar contato visual com o examinador = 3 pontos.

d) debate-se pouco e aceita = 4 pontos.

e) não se debate = 5 pontos.

f) não se debate e se esforça para evitar contato visual = 6 pontos.

4 - Acariciar (Facilidade de controle pelo carinho)

Indica: independência, dominância, aceitação de proximidade de pessoas, treinabilidade.

Como fazer: aplique em seguida ao teste anterior, marque os pontos de ambos depois. Deixe o filhote ficar em pé ou sentar, agache-se ao lado dele e acaricie-o da cabeça à cauda com uma mão. Observe a reação.

Pontuação:

a) pula, bate com as patas, morde, rosna = 1 ponto .

b) pula, bate com as patas = 2 pontos.

c) receptivo, roça no examinador e tenta lamber seu rosto = 3 pontos.

d) muito receptivo, lambe a mão do examinador = 4 pontos.

e) rola no chão e lambe a mão = 5 pontos.

f) afasta-se = 6 pontos.

5 - Elevação (Facilidade de controle em situação de risco)

Indica: dominância, medo.

Como fazer: mantendo a posição agachada, pegue o filhote com as mãos sob o peito e levante-o cerca de 30 cm, por até 30 segundos.

Pontuação: o cão se debate e:

a) morde = 1 ponto.

b) não morde = 2 pontos.

c) aceita, debate-se, aceita, seguidamente = 3 pontos.

O cão não se debate e fica:

a) relaxado = 4 pontos.

b) tenso = 5 pontos.

c) paralisado = 6 pontos.

6 - Buscar (Vontade de fazer algo pelo dono)

Indica: treinabilidade, interação com humanos, obediência.

Como fazer: ainda agachado, acene com um papel amassado (bolinha) e lance-o cerca de um metro à frente do cão, em local visível, encorajando-o a buscar.

Pontuação:

a) o cão pega o papel e se afasta = 1 ponto.

b) pega, não traz e não se afasta = 2 pontos.

c) pega e traz = 3 pontos.

d) vai até o papel e volta sem ele = 4 pontos.

e) começa a ir ao papel mas perde o interesse = 5 pontos.

f) não vai ao papel = 6 pontos.

7 - Pressão na pata (Resistência à dor)

Indica: sensibilidade à dor.

Como fazer: continue agachado e aperte de leve, com o polegar e o indicador, os dedos de uma pata dianteira do cão. Aumente aos poucos a pressão e conte mentalmente de um até dez ou pare antes se o cão reagir. Se ele não deixar tocar a pata, pressione a orelha.

Pontuação: total contado

a) de 8 a 10 = 1 ponto.

b) 6 a 8 = pontos.

c) 5 ou 6 = pontos.

d) 3 a 5 = 4 pontos.

e) 2 a 3 = 5 pontos.

f) 1 ou 2 = 6 pontos.

8 - Barulho forte (Reação a sons)

Indica: sensibilidade a ruído, medo.

Como fazer: coloque o filhote no centro da área e fique ao lado dele. O observador, de frente para o filhote e não muito próximo, bate forte uma colher numa panela, ambas de metal, uma única vez.

Pontuação: o cão localiza o som e:

a) vai excitado até a origem = 1 ponto.

b) vai até a origem, sem excitação = 2 pontos.

c) não vai, mas mostra curiosidade = 3 pontos.

d) não vai e não mostra curiosidade = 4 pontos.

e) encolhe-se, afasta-se e esconde-se = 5 pontos.

f) O cão ignora o som = 6 pontos.

9 - Perseguir (Reação a algo que se move)

Indica: potencial para perseguir pessoas, animais e objetos em movimento, bem como sensibilidade visual.

Como fazer: ponha o filhote no centro da área. Amarre uma toalhinha na ponta de uma guia e, ficando ao lado dele, lance-a rente ao chão. Puxe-a de volta aos poucos em três vezes e observe a reação que prevalece.

Pontuação:

a) o cão ataca e morde = 1 ponto.

b) pega a toalha sem atacar = 2 pontos.

c) investiga com interesse = 3 pontos.

d) olha curioso mas não investiga = 4 pontos.

e) foge ou se esconde = 5 pontos.

f) ignora = 6 pontos.

10 - Pegar de surpresa (Reação a situação inesperada)

Indica: estabilidade, equilíbrio.

Como fazer: a um metro e meio do cão, abra um guarda-chuva e coloque-o no chão para ele investigar.

Pontuação:

a) avança e morde = 1 ponto.

b) aproxima-se e abocanha sem morder = 2 pontos.

c) aproxima-se, investiga e não abocanha = 3 pontos.

d) fica parado e olha = 4 pontos.

e) afasta-se e esconde-se = 5 pontos.

f) ignora = 6 pontos.

O que significa a pontuação??

Prevalece 1 ponto: cão muito dominante, de difícil controle. Com forte desejo de liderança, não hesitará em lutar por ela, agredir e morder pessoas e outros cães. Só deve ir a um lar muito experiente, e receber treino rotineiro. Não deve conviver com crianças, idosos e outros animais.

Prevalecem 2 pontos: cão dominante, aspira a liderança. De eventual difícil controle, pode morder. Autoconfiante demais e com excesso de energia para crianças, idosos e outros animais. Requer exercício e treino, além de horários rígidos. Donos experientes podem obter ótimo convívio com ele.

Prevalecem 3 pontos: convive bem com pessoas e outros animais. Pode ter muita energia e precisar de muito exercício. Boa opção para um dono que já teve outro cão. Precisa de treino e aprende depressa.

Prevalecem 4 pontos: é o tipo de cão adequado para companhia e a melhor opção para donos de primeira viagem. Não é o guarda ideal por ser submisso demais. Raramente se esforçará para obter uma "promoção" na família. Fácil de treinar e bastante tranqüilo.

Bom para idosos e crianças pequenas, das quais pode até precisar ser protegido.

Prevalecem 5 pontos: muito submisso, medroso e tímido, requer manejo cuidadoso. Tende a se assustar com pessoas, lugares e barulhos estranhos. Até um piso diferente pode incomodá-lo. Quando recebe carinho, na chegada do dono, pode urinar em sinal de submissão. Se encurralado, tenta fugir. não conseguindo, pode morder. Precisa de um lar especial, sem crianças e onde o ambiente não mude muito. Melhor para um casal tranqüilo.

Prevalecem 6 pontos: tão independente que não se apega ao dono. Apesar de pessoas o utilizarem como guarda, não é recomendado pois costuma provocar acidentes.

Pontuação muito irregular: indica temperamento instável, não recomendável em um cão para uma família.